Definição Científica
Complexo de tripeptídeo glicil-L-histidil-L-lisina (GHK) quelado ao íon cobre (Cu2+), naturalmente presente no plasma humano, saliva e urina em concentrações decrescentes com o envelhecimento (~200 ng/mL aos 20 anos → ~80 ng/mL aos 60 anos). O GHK-Cu exerce múltiplas ações comprovadas in vitro e em alguns estudos clínicos: estimula síntese de colágeno I, III, VI e elastina, inibe MMP-1 e MMP-2 (colagenases), regula expressão de mais de 4.000 genes, atua como potente captador de radicais livres (antioxidante), promove cicatrização e remodelação de feridas.
Outras Informações:
O GHK-Cu é um dos peptídeos cosméticos com maior quantidade de estudos moleculares publicados — Loren Pickart, seu descobridor, identificou regulação de mais de 4.000 genes humanos. Apesar da sólida base molecular, os estudos clínicos controlados ainda são limitados. A janela de absorção pós-procedimento (microagulhamento, peeling, laser) aumenta significativamente a penetração e biodisponibilidade do peptídeo aplicado imediatamente após.
Causas e Fatores de Risco
- Indicações cosméticas: antienvelhecimento, cicatrizes, regeneração pós-procedimento
- Declínio fisiológico com envelhecimento — reposição tópica como estratégia cosmética
- Perfil de segurança excelente — sem toxicidade documentada em doses cosméticas
Sintomas e Manifestações
- Não causa sintomas por deficiência — é ativo cosmético
- Efeitos adversos: praticamente ausentes em concentrações cosméticas (0,1–2%)
Como a Clínica Santa Catarina Aborda?
- Sérum ou creme com GHK-Cu 0,5–2%: uso diário — pós-procedimentos, cicatrizes e antienvelhecimento
- Sinergia com retinol e vitamina C para estimulação de colágeno
- Aplicação pós-laser, pós-peeling e pós-microagulhamento: acelera cicatrização
Quando procurar o médico?
Não há indicação de avaliação médica para uso cosmético de peptídeos de cobre. Para cicatrizes patológicas (queloides), avaliação dermatológica é necessária.
- Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)