Definição Científica
Carotenoide xantofílico (C40H52O4) de coloração vermelha-laranja, produzido por microalga Haematococcus pluvialis e presente em salmão selvagem, krill e lagosta. É considerado o antioxidante natural mais potente identificado — capacidade de neutralização de radicais livres (oxigênio singlete) 6.000x superior à vitamina C, 550x à vitamina E e 40x ao betacaroteno (dados in vitro). Na pele, protege contra fotodano (UV e luz visível), reduz inflamação por inibição de NF-κB e COX-2, preserva colágeno e elastina de degradação oxidativa.
Outras Informações:
A astaxantina é um dos poucos antioxidantes capaz de proteger simultaneamente a membrana celular (porção hidrofóbica) e o citoplasma (porção hidrofílica) por se inserir perpendicularmente na bicamada lipídica — estrutura molecular única. Estudos clínicos com suplementação oral de 4 mg/dia por 6–8 semanas demonstram melhora objetiva de elasticidade, teor de umidade e rugas em mulheres. Amplamente utilizada no Japão como nutricosméutico.
Causas e Fatores de Risco
- Indicações: fotoproteção adjuvante, antienvelhecimento, pele pós-procedimento, proteção contra poluição
- Coloração: em doses orais elevadas pode dar pigmentação levemente alaranjada à pele (carotenodermia — inócua e reversível)
- Excelente perfil de segurança — sem toxicidade conhecida em doses cosméticas
Sintomas e Manifestações
- Não causa sintomas por deficiência — é ativo cosmético/nutricosméutico
- Oral: rara carotenodermia (pigmentação laranjada leve e reversível)
Como a Clínica Santa Catarina Aborda?
- Tópico 0,1–0,5%: sérum ou creme antioxidante — uso diário
- Oral: 4–8 mg/dia — fotoproteção sistêmica, antienvelhecimento
- Combinação oral + tópico maximiza proteção contra fotodano
Quando procurar o médico?
Não requer avaliação médica para uso cosmético.
- Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)